Você já ouviu falar em mapas mentais? Aprenda a usá-los nos estudos!

Estudar para provas, vestibular ou ENEM pode ser bastante desafiador, não é verdade? Mas a tarefa se torna até divertida quando usamos métodos capazes de facilitar a aprendizagem. É o caso dos mapas mentais, que organizam os conteúdos de forma visual.

Não sabe do que estamos falando? Pois não se preocupe! Neste post, você vai entender direitinho o que são mapas mentais, de que forma ajudam nos estudos e como usá-los no seu dia a dia. E o melhor: tudo isso com exemplos práticos para que você enfrente cada vez menos obstáculos ao aprender!

Pronto para levar seus conhecimentos ao próximo nível? Então acompanhe!

Afinal de contas, o que são esses tais mapas mentais?

O mapa mental é uma técnica que se propõe a simplificar organização, a representação e a memorização de informações. Seu objetivo é facilitar a aprendizagem e o planejamento dos estudos ou a execução de quaisquer outros projetos.

Imagine uma árvore com vários ramos e galhos menores, conectados ao tronco. Um mapa mental tem mais ou menos essa estrutura! Trata-se de um diagrama no qual você interliga diversas ideias a um conceito central. É possível adicionar quantas ligações forem necessárias, todas se originando de uma ideia principal.

Que tal um exemplo? Digamos que você esteja estudando sobre a Segunda Guerra Mundial. Nesse caso, você escreveria Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) no centro de uma folha em branco, acrescentando depois ideias que de alguma forma pertencem a esse universo, como principais países, líderes famosos e batalhas. Cada um desses termos teria uma seta conectando-o ao elemento localizado no centro da folha, o tema principal.

Em seguida, cada ideia secundária se desdobra em detalhamentos menores. Nesse mapa mental sobre a Segunda Guerra Mundial, por exemplo, o ramo dos principais países pode ser desmembrado em Aliados e Eixo, por sua vez desdobrados nos participantes específicos, que podem ter nomes mais importantes destacados e assim por diante.

De que forma os mapas mentais facilitam o aprendizado?

Esse recurso foi desenvolvido por um estudioso britânico chamado Tony Buzan. Sua intenção era fortalecer as conexões sinápticas que ocorrem entre os neurônios do córtex cerebral. Saiba: são essas sinapses as responsáveis por todas as atividades intelectuais.

A diferença dos mapas mentais para outras técnicas está no fato de ambos os lados do cérebro serem acionados, permitindo um aprendizado mais harmônico, rápido e intuitivo.

O hemisfério esquerdo é responsável pela parte lógica, pelas definições e pela linguagem. Já o hemisfério direito está ligado à criatividade e às memórias visuais, sendo o conhecimento obtido aqui de maneira não verbal.

O grande mérito dos mapas mentais está em conseguir reunir linguagem e estímulos visuais em um só método, facilitando a memorização e o entendimento dos conteúdos. Com isso, é como se aprendêssemos em dose dupla!

Como exatamente usar os mapas mentais nos estudos?

Separe o material adequado

Por mais que nada o impeça de desenvolver mapas mentais no computador, a maioria dos adeptos da técnica opta por fazer tudo à mão. Aliás, montar mapas mentais manualmente pode favorecer ainda mais a memorização, viu?

Para começar, é muito simples: tudo o que você vai precisar é de uma folha A4, uma caneta e algum material para colorir — pode ser lápis de cor, canetinha ou até giz de cera.

Leia e busque entender a matéria

Ter um conhecimento prévio da matéria faz com que você desenvolva um mapa mental mais completo e organizado. Por isso, o mais indicado é ler um pouco sobre o tema antes de sair rabiscando. Assim fica mais fácil ordenar as ideias posteriormente.

Defina o tema e os principais ramos

Como dissemos, todo mapa mental começa com um tema no centro da página. Depois de definir o assunto, é só puxar elementos que se ligam diretamente a ele. Com isso, serão criados os ramos principais do seu mapa.

O próximo passo é ligar outras ideias a eles, gerando subtópicos dos ramos principais. Dessa maneira, usando corretamente a hierarquia, sua aprendizagem fica cada vez mais aprofundada e organizada.

Imagine agora este exemplo em forma de mapa mental:

  • tema central: inventores;
  • ramos principais: Leonardo da Vinci, Thomas Edison, Alexander Graham Bell;
  • subtópicos de Leonardo da Vinci: rolamento, equipamento de mergulho, ornitóptero, canhão de 33 canos, helicóptero, paraquedas;
  • subtópicos de Thomas Edison: lâmpada elétrica, fonógrafo, cinematógrafo;
  • subtópicos de Alexander Graham Bell: telefone, detector de metais.

Use recursos visuais

O uso de ilustrações e cores no mapa mental ajuda na memorização e torna o aprendizado mais fluido. Seguindo o exemplo do tópico anterior, você poderia fazer pequenos desenhos para representar as principais invenções listadas, como a lâmpada, o paraquedas e o helicóptero. Bem mais atrativo, não acha?

Mas não é preciso ser um desenhista profissional! Basta usar a criatividade e a simplicidade, fazendo o melhor que você puder com os materiais disponíveis.

Busque informações confiáveis

Já que o mapa mental será seu amigo na hora dos estudos, é fundamental que ele seja desenvolvido com base em fontes confiáveis. Se você já tiver estudado bastante o assunto em questão, nada o impede de usar o que sabe para criar o mapa. Só não deixe de checar as informações, ok?

Busque também conteúdos nos livros, que em geral são cuidadosamente revisados pelas editoras. Outras boas fontes são os áudios e vídeos disponíveis na internet, que permitem pausar e anotar tudo com calma, para você não se perder.

Seja sucinto

O mapa mental deve ser baseado em palavras-chave e não em descrições longas. Pensando nisso, desafie-se a escrever o mínimo possível, incluindo todas as informações de forma bastante resumida. Isso também o ajudará a exercitar sua clareza e memorização em relação aos conteúdos estudados.

Siga os truques do criador do método

Uma dica ao mesmo tempo simples e importante é virar a folha na horizontal. Segundo Tony Buzan, criador do método, assim o cérebro tende a se expressar em todas as direções com mais liberdade. Outra recomendação de Buzan é usar setas curvas, que fixam mais a atenção que as linhas retas.

Como vimos, os mapas mentais são ferramentas que ajudam a memorizar as matérias ao atuarem de forma visual, combinando os 2 hemisférios cerebrais. Quem opta pelo mapa mental na hora de aprender, portanto, acaba levando vantagem e tendo melhores resultados nas avaliações!

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