Empregabilidade: 8 passos para aumentar suas chances

Você sabe o quão desejável seu currículo é aos olhos das empresas? A empregabilidade é um fator essencial que você deve considerar ao disputar uma vaga. Ela diz respeito ao diferencial que você traz consigo e que pode ser verificado por meio dos cursos, especializações e vivências listados em seu currículo.

Mas o que fazer para aumentar as chances de conseguir um emprego? Como se preparar para atender às expectativas do mercado de trabalho e ser um candidato mais forte? Aqui, listamos oito dicas que podem alavancar suas chances de ser contratado. Continue a leitura e confira!

1. Seja um especialista

Vamos começar pelo óbvio porque, nesse caso, é melhor ser redundante do que deixar de falar sobre um elemento tão importante. Hoje, para ser considerado um candidato forte, é necessário dominar a área de atuação específica.

Quanto mais conhecimento você demonstrar, melhor!

Iniciando com a graduação, passando por especializações e cursos de atualização, é indispensável que você conheça seu mercado. Pense desta forma: os empregadores não têm como quantificar e analisar as competências comportamentais dos candidatos, mas podem aferir as competências técnicas pelos títulos que constam no currículo e pela aplicação de provas direcionadas.

Grave bem: a expertise em determinada área e a experiência de vida são os fatores que mais vão aumentar sua empregabilidade.

2. Domine outro idioma

Saber se comunicar em outro idioma já deixou de ser um diferencial há tempos. Hoje, com a globalização, o inglês, por exemplo, é fundamental em quase todas as profissões e empresas, especialmente nas multinacionais.

Então, para destacar seu currículo, você deve apresentar essa competência. Dica: adquira o segundo idioma paralelamente à graduação, assim, ao entrar no mercado de trabalho, já poderá contar com esse acelerador.

3. Valorize a experiência profissional e pessoal

Ao elaborar um currículo, busque priorizar as experiências relevantes para a vaga em questão. Eventos dos quais tenha participado, estudos de casos, empresas juniores, estágios — remunerados ou não — e até trabalhos voluntários são informações relevantes que ajudarão os empregadores a terem uma ideia de seu engajamento.

Sabemos que uma das dicas mais comuns para jovens profissionais que estão montando seu currículo é “seja conciso”. Então, é necessário saber sintetizar e priorizar as informações relevantes.

Para cada vaga que você tentar, o ideal é que monte o currículo de uma forma customizada, a fim de destacar as competências e habilidades que o cargo exige. Uma carta de apresentação também vai ser um diferencial, pois nela você explica como suas experiências até aquele momento vão contribuir para o bom desempenho da função.

4. Seja emocionalmente inteligente

Aqui você pode pensar, mas como demonstrar isso em um currículo? Você está certo. Não dá para mostrar o profissional maduro que você é somente pelo que escreve em um papel.

Contudo, a inteligência emocional e a maturidade profissional vão transparecer pelo seu comportamento. À medida que você vai se conhecendo, vai criando certezas e focando no que é essencial, e isso fica claro em uma conversa com os recrutadores.

E não somente na contratação esse quesito fará diferença em sua vida, mas em sua carreira como um todo. A manutenção de um profissional em uma empresa depende mais do seu comportamento do que necessariamente da sua titulação.

Os tempos estão mudando e a sociedade também. Os antigos empregados são os colaboradores de hoje. Pense bem: ninguém vai querer atuar com pessoas temperamentais e sem espírito de equipe. Você colabora com resolvedores de problemas e não com criadores.

5. Faça cursos de atualização

Cursos de atualização são importantes para manter seus conhecimentos alinhados aos últimos avanços da tecnologia e são importantes para quem formou há mais de cinco anos.

Pense em áreas como a Contabilidade. Com os sistemas e softwares cada vez mais velozes e automatizados, a prática dos profissionais muda a cada ano, e é necessário que eles estejam atentos a essas mudanças para não serem considerados ultrapassados.

6. Pense de forma colaborativa e demonstre isso

Na verdade, aqui poderíamos dizer “saiba trabalhar em equipe”. Hoje, é cada vez mais raro encontrar uma profissão ou cargo em que não seja necessário trabalhar em grupo e lidar com diferentes perspectivas.

Isolamento profissional não existe. Em sua trajetória, você precisará lidar com outros indivíduos e pensar de forma colaborativa e multidisciplinar. Esse “pensar colaborativo” é enxergar a realidade de uma empresa em sua complexidade, agregar saberes, compartilhar vivências e atacar os problemas de forma inovadora e multidisciplinar.

7. Aperfeiçoe suas soft skills

As soft skills equivalem a habilidades interpessoais. Muita gente considera que elas são opostas às hard skills, ou seja, as habilidades técnicas, quando na verdade são complementares.

Elas englobam a habilidade de se comunicar em um ambiente corporativo, a empatia, o gerenciamento do tempo e a capacidade de liderança. Hoje, existem muitos programas e coaches que se dedicam a ajudar as pessoas a treinar e aperfeiçoar essas habilidades.

É possível contornar e reverter a dificuldade de falar em público, por exemplo, o que pode comprometer sua contratação ou desempenho perante um recrutador.

8. Escreva bem

Essa dica pode parecer básica, mas acredite, realmente não é. É muito comum encontrar currículos com erros de português. Um acento grave utilizado de maneira equivocada, um erro de concordância, a falta de coerência ao expressar um dado, por exemplo, pode desacreditar todas as suas titulações.

Tão importante quanto ser é aprender a comunicar claramente, de forma escrita, o que se é.  Portanto, jamais negligencie a escrita porque ela pode reduzir suas chances de empregabilidade.

Como você pôde ver, aumentar a empregabilidade não é uma receita de bolo, uma vez que a situação muda de acordo com o histórico do candidato e da empresa. É possível, contudo, tomar algumas medidas para garantir que seu currículo e sua apresentação se destaquem em relação à concorrência.

Fazer faculdade e se tornar um especialista na área de atuação, dominar um segundo idioma, escrever bem e ter boas habilidades interpessoais, ter inteligência emocional e manter-se atualizado são maneiras de garantir sua empregabilidade, ou seja, de se tornar mais desejável aos olhos das empresas.

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